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O PODER DA COMUNHÃO

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.” (At 2.42)

Este era o modo através do qual os cristãos do 1º séc. viviam. Esta é a forma pela qual os cristãos do séc. 21 devem viver. Não apenas ter comunhão, mas, sobretudo, perseverar na comunhão.

A doutrina em que eles perseveravam não mudava simplesmente a opinião deles. A mudança era mais profunda e consistente, pois afetava radicalmente o seu estilo de vida. O termo comunhão não significa somente ‘estar juntos’. Quer dizer ‘ter em comum’

A fé cristã era realidade diária, não uma rotina semanal. Sem comunhão, não há cristianismo, não há um corpo espiritual de Cristo, a Igreja… Tampouco há testemunho da fé para o mundo.

Por isso, ‘comunhão’ é um dos temas centrais da Bíblia, e é mais mencionado do que ‘evangelismo’.

Por isso, 2022 – O ANO DA COMUNHÃO. Vamos viver o PODER DA COMUNHÃO!

O Poder Tridimensional da Comunhão:

1ª DIMENSÃO – ALTURA – É o poder que aponta para cima!

A própria Trindade é uma comunhão em si. Adoramos um Deus triuno, três em um.

Quando também nos tornamos um, a nossa unidade aponta para o céu, para Deus.

Em Sua oração sacerdotal, Jesus disse: “Minha oração é que todos eles sejam um, como nós somos um, como tu estás em mim, Pai, e eu estou em ti. Que eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17. 21).

O Pai se alegra com a comunhão dos Seus filhos, porque ela reflete a Sua imagem e semelhança;

Reflete um Cristo integral e não fragmentado. (I Co 1.13);

Reflete o Seu amor: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (I Jo 3.16).

2ª DIMENSÃO – LARGURA – É o poder que aponta para fora!

A igreja foi unificada (At 2.44), exaltada (At 2.47a) e multiplicada (At 2.47b).

Seu testemunho entre os judeus era poderoso,

Não apenas em função dos milagres realizados pelos apóstolos (At 2.43), mas também pelo amor que os membros da comunidade tinham uns pelos outros e por seu serviço ao Senhor.

“Minha oração é que todos eles sejam um, como nós somos um, como tu estás em mim, Pai, e eu estou em ti. Que eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17. 21 NVT).

“Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo” (Jo 17.18).

O poder da comunhão é tão incrível e real que o povo em Babel, mesmo com intentos malignos, por ser um, não encontraria restrição para tudo quanto planejam fazer.

Por isso, a Trindade em Sua comunhão Onipotente desceu para dispersá-los.

“E o SENHOR disse: – Eis que o povo é um, e todos têm a mesma língua. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo o que planejam fazer. Venham, vamos descer e confundir a língua que eles falam, para que um não entenda o que o outro está dizendo” (Gn 11.6-7)

Aquele povo tinha uma unidade sustentada em um tripé: Linguagem – Propósito – Obras

Mas, o SENHOR confundiu apenas a língua e acabou-se o propósito e não houve mais obra alguma.

“Irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, peço-lhes que todos estejam de acordo naquilo que falam (faleis todos a mesma coisa) e que não haja divisões entre vocês; pelo contrário, que vocês sejam unidos no mesmo modo de pensar e num mesmo propósito” (I Co 1.10).

3ª DIMENSÃO – PROFUNDIDADE – É o poder que aponta para dentro!

“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” (Sl 133.1)

O salmista COMPARA o espírito de união com o óleo usado para ungir os sacerdotes e com o orvalho do Hermom e de Sião que regava a terra.

É o poder da COMUNHÃO para dentro!

É a exclamação da ALEGRIA do SENHOR! É a nossa FORÇA!

  • Nos protege: do isolamento, do individualismo, dos ataques de satanás.

Há batalhas que vencemos no quarto de guerra e bênçãos que recebemos secretamente (Mt 6.6).

Mas, há batalhas que só vencemos como igreja e bênçãos que só alcançamos coletivamente, quando há pelo menos 2 ou 3 (Mt 18.20).

  • Nos faz crescer: assim como o ferro com ferro (Pv 27.17), vocês se ajuntam para melhor ou pior? (I Co 11.17). Não deixem de se reunir como igreja (Hb 10.25). Mandamentos da mutualidade. Não existe crescimento fora do ‘uns aos outros’.

É diferente ser integrante de uma associação religiosa e ser membro do corpo de Cristo (I Co 12.27)

PACTO DA LEALDADE: ‘Eu escolho amar, edificar e aceitar cada um dos meus irmãos e irmãs, não importa o que digam ou façam. Eu escolho amá-los. do jeito que eles são. Nada do que fizeram vai me impedir de amá-los. Posso não concordar com suas ações, mas irei amá-los e

suportá-los pela graça de Deus que habita em mim’

PACTO DA SENSIBILIDADE: ‘Eu me comprometo a chorar com meus irmãos no dia da dor e a festejar com eles por suas vitórias. Faço o pacto de ser sensível a eles e às suas necessidades da melhor maneira possível. Não vou ignorar suas lágrimas e nem permitir que eles caiam no abismo do desânimo e do isolamento. Prometo ser para eles canal de graça e uma fonte de palavras de vida e motivação. Lanço fora toda palavra de condenação e de acusação contra meus irmãos’.

Pr. Ricardo Arturo T. Batista – Igreja Batista do Amor

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