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‘DIA DA INDEPENDÊNCIA’

Versículo chave: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Cl 1.13).

Introdução: Há quase 200 anos, às margens do Riacho do Ipiranga, Dom Pedro I bradou: ‘Independência ou morte!’. Era a liberdade de nossa pátria amada do domínio da coroa portuguesa. Mas, há quase 2.000 anos, no Monte Calvário, Cristo bradou: ‘Está consumado!”. Era a libertação para a humanidade do domínio do príncipe deste mundo.   

O Memorial do Ipiranga nosfaz lembrar deste dia histórico para o Brasil. O Memorial da Morte de Cristo, a Ceia, nos faz lembrar de algo incomparavelmente maior, do dia mais importante para todas as nações da terra.“Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?” (I Co 10.16).

Reflexão: Qual a importância de um memorial? Qual a importância da Ceia do Senhor? 

A Ceia nos traz à memória o ‘Dia da Independência’. Não a ‘independência ou morte’, mas, a morte e independência, pois, o Filho morreu e, somente assim, o Pai nos perdoou (remissão) e nos pôs em liberdade por meio do preço pago pelo resgate (redenção). “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).

Reflexão: Comente sobre o dia de sua independência (o dia em que Cristo o libertou).

Não podemos nos submeter, novamente, a jugo de escravidão, pelo contrário, nossa resposta, agora, é a de vivermos uma vida digna, abundante, de serviço a Cristo, pois foi para a liberdade que Ele nos libertou (Gl 5.1). Quem é livre não pode sentir saudades da escravidão. “Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte” (Rm 6.21).

Reflexão: Mesmo estando livre, você já viveu como escravo? Como foi que isso aconteceu?

O Dia da Independência, foi o dia em que Jesus, por meio de Sua morte, nos libertou:

  1. Da Morte: “Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo e livrasse todos que pelo pavor da morte estavam sujeitos à escravidão por toda a vida” (Hb 2.14,15).
  • Do Mundo: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo” (Gl 6.14).
  • Do Pecado: “[…] Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados e nos constituiu reino, sacerdotes para seu Deus e Pai […]” (Ap 1.5,6). Leia também Romanos 8.2.

Conclusão: Há um hino antigo cuja letra dizia: ‘Livrou-me da morte, do mundo e do mal, nunca esquecerei (3x) eu nunca esquecerei o que Deus fez por mim’. Não podemos nos esquecer do que Ele fez e, principalmente, de que Jesus bradou ‘está consumado’, para que nós pudéssemos declarar ‘somos livres’. Portanto, não se esqueça de que não há nada mais a fazer, porque a obra mais perfeita já foi realizada na cruz e o Dia da Independência já chegou ao que crê. 

Pastor Ricardo Arturo Tatis Batista – Igreja Batista do Amor

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