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ERROS E CONFLITOS CONJUGAIS

Versículos chaves: “Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa” (I Pe 3.1). Leia também I Pedro 3.7.

Introdução: Há informações sobre o aumento de conflitos domésticos, como o aumento de divórcios e de violência doméstica, durante a quarentena neste período de pandemia. Com o compromisso de apascentarmos famílias e aproveitando a semana do Culto da Família, resolvemos falar dos erros que devem ser evitados e ou corrigidos no casamento. Contamos com a Bíblia, com a experiência de 21 anos de casados e com o livro “104 erros que um casal não pode cometer” do pr. Josué Gonçalves.

Mudar o outro: Muitos casais reclamam: “Ele (a) vive tentando me mudar a todo custo”. Precisamos nos lembrar que embora casados, cada cônjuge tem sua individualidade e personalidade. Não podemos fazer o papel do Espírito Santo, não somos onipotentes, oniscientes e onipresentes. É certo que isso não vai dar certo! Algumas mulheres desejam mudar o seu marido falando e cobrando, mas não se dão conta de que a mensagem que o homem acaba ouvindo é: “incompetente, incompetente, incompetente”. Muitas vezes, a mulher será mais eficaz sem palavras (o “sem” com “s” e não com “c”). Por outro lado, alguns homens esperam que suas mulheres façam coisas que suas mães faziam para o “filhinho querido” e cobram esta mudança. Mas, se esquecem que estas são suas esposas, mães, sim, de seus filhos. Reflexão: Mateus 6.22, 23 (como você tem olhado?) Mateus 7.1-5 (como você tem julgado?) e I Coríntios 7.14 (como você tem influenciado?).    

Filhos: Muitos dizem: Sempre que brigamos, ele (a) joga os filhos contra mim. O erro aqui está em colocar o filho no meio do conflito, até mesmo usando-o como arma contra o cônjuge. Precisamos identificar os nossos erros e isto é algo que não é saudável. Isto acontece principalmente quando os filhos já são adolescentes, buscando uma inconveniente aprovação (eu tenho razão!). No relacionamento conjugal deve haver o “ganha-ganha”, porque se houver um vencedor e outro derrotado, então, na verdade, ambos foram derrotados. Não desestabilize seus filhos e não dê margem para quebra de autoridade. Sempre fortaleça os vínculos. Reflexão: Salmos 127 (Para onde você tem apontado a “flecha”, guerreiro”? Seu cônjuge não é seu inimigo!). A flecha em sua mão é para ser lançada para frente, para promoção, para ir além do que você mesmo foi. Os nossos filhos serão a vingança ao nosso passado de perdas e privações.     

Finanças: Nosso desequilíbrio financeiro tem provocado constantes conflitos. Uma das principais causas de divórcios é o problema financeiro. Pesquisas dizem que 70% de nossas preocupações giram em torno de finanças. 21 das 49 parábolas de Jesus estão relacionadas ao dinheiro. A questão não é ganhar pouco ou muito, mas, sim, administrar bem. Primeiramente, não retenha mais do que é justo (Pv 11.24). As finanças devem ser compartilhadas abertamente entre o casal. Crie o hábito de anotar; Aprenda a empregar bem o seu dinheiro; Não gaste mais do que ganha; Antes de comprar pergunte: o que, quando, onde e como comprar? Não viva de aparência; Não desperdice; Seja generoso com os necessitados; Seja dizimista; Tenha compromisso com prioridades. (Reflexão: Isaías 55.2).

Prs. Ricardo e Ana Tatis – Igreja Batista do Amor

Este post tem um comentário

  1. Cláudia Regina

    Amei tudo o que estar registrado aqui esse conteúdo mudou o meu casamento

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